Teste de pacientes com baixo risco ao dar entrada no Serviço de Emergência com dor torácica.
Declaração científica da Associação Americana do Coração
Ezra Amsterdam A. MD, presidente, J. Kirk Douglas MD, co-presidente, David A. MD Bluemke, FAHA, Diercks Deborah MD, Michael E. Farkouh MD, J. Lee Garvey MD, Michael C. Kontos MD, James McCord MD, MD Todd D. Miller, FAHA, Anthony Morise MD, FAHA, Kristin Newby MD L., Frederick L. Ruberg MD PhD Scordo Anne Kristine, RN, ACNP-BC, Paul D., Thompson, MD, FAHA
Sumário - O gerenciamento de pacientes de baixo risco que procuram os serviços de emergência é um problema comum e um desafio clínico, haja vista que ocorrem 8.000.000 de entradas nos serviços de emergência anualmente. Embora a maioria desses pacientes não apresente uma condição clínica com risco de vida, o médico deve distinguir entre aqueles que necessitam de tratamento urgente de um problema grave, daqueles com entidades mais benignas e que não necessitam de internação. A alta inadvertida dos pacientes com síndrome coronariana aguda do departamento de emergência está associada com aumento da mortalidade e da responsabilidade civil do médico, enquanto que o internamento inapropriado de pacientes sem doença grave não é indicado e implica em um baixo índice custo/benefício. O julgamento clínico e as ferramentas básicas da clínica (anamnese, exame físico e eletrocardiograma) continuam a ser as principais armas para vencer esse desafio e conseguem identificar precocemente os pacientes com dores no peito de baixo risco. Além disso, novos métodos de diagnóstico, já consagrados, têm aumentado a capacidade de diagnóstico clínico neste cenário. Pacientes com dor torácica e de baixo risco, são cada vez mais gerenciados nas unidades de dor torácica com rápidos protocolos de diagnóstico, que compreendem eletrocardiograma e marcadores de injúria cardíaca, para excluir a síndrome coronariana aguda. Os pacientes com resultado negativo geralmente completam o protocolo de diagnóstico rápido com um teste de confirmação para excluir a isquemia. Este exame confirmatório é, via de regra, um teste ergométrico ou um estudo de imagem cardíaca, se o teste ergométrico não for recomendado. A cintilografia de perfusão do miocárdio em repouso tem assumido um papel importante neste cenário. A angiotomografia coronariana computadorizada (CTA) também tem se mostrado promissora nesse cenário. Um protocolo de diagnóstico rápido permite uma pronta alta dos pacientes com resultados negativos, enquanto os pacientes com resultados positivos são internados. Esta abordagem mostrou-se segura, precisa e com um bom índice custo/benefício em pacientes de baixo risco com queixa de dor torácica. Clique no link abaixo para ler o artigo publicado na revista Circulation:
http://circ.ahajournals.org/cgi/content/abstract/CIR.0b013e3181ec61dfv1

